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Ponta Grossa - Paraná /
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Especial
(14/09/07)
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fabiana@fabianaguedes.com |
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(Fotos
Fabiana Guedes)
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(Retorno à coluna) |
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Cirque du Soleil
chega a
Curitiba e encanta ao público
Por Fabiana Guedes, para o
Plantão da Cidade
*** Fotos exclusivas by Fabiana Guedes *** |
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A julgar pela
reação da platéia que assistiu ao ensaio geral
do espetáculo Alegría, do
Cirque du Soleil, ontem, dia 13, no
Expotrade Pinhais, a temporada paranaense será
de extremo sucesso.
E não poderia
ser diferente: mesmo no ensaio, todos os
detalhes do show, do começo ao fim, foram
apresentados sem sequer uma falha. |
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O público aplaudiu,
aplaudiu e aplaudiu. A abertura, realizada por um menino
russo que fez as vezes de mestre de cerimônias, encantou
pelo fato do português praticamente perfeito do garoto.
Ao fim da sessão, os 53 artistas de 14 nacionalidades
diferentes (incluindo um brasileiro, o palhaço
Marcos de Oliveira
Kazuo)
retornaram ao palco para agradecer três vezes, tamanho o
entusiasmo do público curitibano, considerado o melhor
termômetro para qualquer espetáculo. |

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Alegría
é o segundo espetáculo do Cirque du Soleil que
faz turnê ao Brasil, mas o primeiro que vem à Curitiba, cidade
escolhida para o início da temporada 2007, que envolve mais de
250 apresentações, em seis capitais. Alegría é
um espetáculo consagrado mundialmente como uma das produções
mais populares do Cirque. Criado por Gilles
Ste-Croix para comemorar o décimo aniversário da
companhia, estreou em abril de 1994 em Montreal, no Canadá e
já foi assistido desde então por mais de nove milhões de
espectadores de 15 países. Entre as mais de 50 cidades
visitadas estão Nova York, Chicago, Tóquio, Sydney, Cingapura,
Hong-Kong, Berlim, Londres, Barcelona, Viena, Zurique e Cidade
do México. |
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Em sua itinerância mundial –
que abrange França e Espanha neste primeiro semestre -,
Alegría conta ainda com uma equipe de 130
pessoas, mais de 800 toneladas de equipamento e uma espécie de
“vila sobre rodas”, que ocupa uma área de 20 mil m2
e é totalmente auto-suficiente em seu funcionamento.
Além de
Gilles Ste-Croix e Franco Dragone, assinam a
concepção do espetáculo:
Dominique Lemieux
(figurinista), Michel Crête (cenógrafo), Debra Brown
(coreógrafa), Guy Desrochers (designer de som), Luc
Lafortune (designer de luz), René Dupéré (trilha
sonora original) e Sylvie Galarneau (direção
artística). Este conjunto oferece uma ambientação única para a
performance dos artistas, que combina habilidade, agilidade e
força. |
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O Espetáculo |
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Alegría
retrata uma época em que a fantasia e a mágica eram parte
da rotina diária das pessoas – quando o mundo de cada um
era sua família e sua comunidade e qualquer coisa além
disso era o fantástico desconhecido. O espetáculo
inspira-se nas famílias circenses que cruzavam a Europa há
não muito tempo e conta com o apelo universal do circo
como elemento básico. Bobos da corte, menestréis,
mendigos, velhos aristocratas e crianças mostram como é
possível agir melhor individualmente e em conjunto, em
busca de épocas que oferecerão mais oportunidades. |

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A atmosfera
nostálgica é completada por uma iluminação que lembra os
grande salões do século 17 e figurinos que vão do
glamour da chamada Velha Ordem à agilidade da “Nova
Ordem”. A música – executada ao vivo –, transita
entre o jazz, o pop, o tango e o klezmer, com
instrumentos acústicos e de percussão. Mais bem-sucedida
da história do Cirque, a trilha de Alegría
recebeu disco de platina duplo no Canadá, figurou na
lista da Billboard durante 55 semanas e a faixa-título
foi indicada ao Grammy de 1996, na categoria “Melhor
Arranjo Instrumental com Vocais“.
Cantora
Branca
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Nove atos
Já
na abertura, “Trapeze
Solo”
desafia a lei da gravidade com giros em pleno ar e
manobras harmônicas, numa dança que “captura a energia de
cada momento da vida”. Na seqüência, uma verdadeira gangue
surge em “Power
Track”,
utilizando um trampolim-surpresa para realizar acrobacias
que primam pela velocidade e altura, apresentando a
imponente força da juventude. |
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Em
“Handbalancing“,
um artista solitário eleva seu corpo no ar suspenso apenas
por uma de suas mãos, utilizando a outra para criar formas
elegantes e surpreendentes. Ritmos percussivos tribais dão
a atmosfera para a “Fire-Knife
Dance”,
uma sedutora e ousada performance em que o artista
manipula facas em chamas por seu corpo, dos pés às palmas
das mãos, passando pela boca.
Na seqüência, dois solos:
“Manipulation”,
que
combina delicadeza e flexibilidade a
partir de elementos da ginástica olímpica, balé e
malabares; e
“Flying Man”,
uma
performance que exige toda a destreza do artista para
controlar, ao mesmo tempo, a elasticidade do bungee
e a força das argolas da ginástica olímpica. |
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Em
estreitas barras - únicas, duplas, ou triplas - colocadas
sobre os ombros, os performers de
“Russian Bars”
equilibram-se uns sobre os outros em
saltos sincronizados e giros precisos, num alto nível de
concentração e confiança mútua.
Já “Contortion”,
um duo, “esculpe” formas como se fosse uma entidade única,
com movimentos em uma mesa rotatória aparentemente leve.
No encerramento, três barras colocadas no alto da tenda
servem de “playground” em
“Aerial High Bar”,
onde acrobatas voem aos braços de receptadores suspensos
pelo joelho em um “berço” em movimento e, ao final, num
salto mortal sobre a rede de proteção. |

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O Cirque du Soleil
 Fundado
em 1984 por Guy Laliberté, na província de
Quebec, Canadá,
Cirque du Soleil é a companhia circense mais
importante do mundo. Desde então, Laliberté reconhece e
recruta jovens talentos para formar seu grupo - e
estabeleceu como “marcas registradas” suas raízes
culturais multiétnicas e a combinação harmoniosa de
disciplinas artísticas e acrobáticas em suas produções.
Hoje, o Cirque emprega cerca de 900
artistas e 3,5 mil funcionários de mais de 40
nacionalidades, e acumula, desde sua criação, uma marca
superior a 250 temporadas em mais de 100 cidades no
mundo, vistas por 60 milhões de pessoas. Já conquistou
mais de cem prêmios, entre eles:
Emmy, Drama Desk, Bambi, Ace Gémaux, Félix e Rose d´Or,
em Montreaux.
Quatorze espetáculos do Cirque estão em atividade pelo
mundo. |
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Alegría no
Paraná
A temporada “curitibana” (na
realidade, as apresentações são em Pinhais) do espetáculo
estende-se até 7 de outubro. A tenda do Cirque du Soleil
está montada no Estacionamento do Centro de convenções
EXPOTRADE – Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, nº 10.454, no
Município de Pinhais. Sessões e Horários: terças-feiras,
quartas-feiras, quintas-feiras às 21h; sextas-feiras, sábados
às 17h e 21h e domingos às 16h e 20h.
Os valores dos
ingressos variam de R$ 130 a R$ 400 e ainda há disponibilidade
para alguns horários nos fins de setembro e início de outubro.
Os ingressos são mais baratos nos horários menos nobres até 23
de setembro (quintas e sextas às 17h e domingo, às 20 h), mas
é quase impossível encontrar algum ainda disponível. Os
ingressos para as sessões extras, agendadas a partir do dia 27
estão cerca de 30% mais caros que das sessões agendadas
originalmente.
Os ingressos podem ser adquiridos nas Livrarias Curitiba e
FNAC, na bilheteria oficial no Parkshopping Barigüi (todos em
Curitiba) ou na central Ticketmaster (telefones 4004-1007 ou
www.ticketmaster.com.br).
Valem cada centavo, literalmente.
Mais fotos do espetáculo Alegría no site oficial de Fabiana
Guedes:
http://www.fabianaguedes.com/site/
modules/news/article.php?storyid=39
e
http://fabianaguedes.com/images/
index_script.php?page=1&gal=Alegria
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