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Dia destes,
embalada por lembranças, revi meu passado e
senti, juro por Deus que senti, um cheiro de
pão fresco... Aquele pãozinho quentinho, sem
bromato, que, muitas vezes, pegava por cima
do muro do nosso quintal, que dava de fundos
para a padaria simples, instalada perto da
Rua Santos, em Londrina (PR). O gosto de uma
limonada caseira, aquele feita com limão
caipira, de casca vermelha, e carne moída
com batatinha, além de uma salada de
tomates, sem agrotóxicos, colhidos na horta,
quase na mesma hora.
Escutei meu nome...
“Cleonice... Nice... – Venha almoçar”! E não se
chama duas vezes pra comer!
Rebusquei, mais um
pouco, viajei... Escutei palavras... senti fortes
odores ... Verdade!
E naquele momento,
senti saudades... Da minha doce tia Alba, mãe Alba
que me adotou como filha quando minha mãe biológica
teve que se hospedar na casa e no coração dela.
Sabe? Nunca escutei
de sua boca palavras que me ferissem, embora muitas
vezes eu merecesse. Na hora da correção, era minha
mãe verdadeira que me corrigia. Na hora do carinho,
mãe Alba me afagava.
Quando retornei para
o seu convívio, em 1992, levando meu filho junto,
nos recebeu com o mesmo abraço e com seus olhos
curiosos, travessos. Nunca me questionou. Sua casa
era meu refúgio, sempre. Mãe parideira de seis
filhos. Mãe adotiva de muitos sobrinhos e quantos
mais precisassem do seu apoio. Nunca ouvi um grito
ou uma palavra negativa, a não ser quando me chamava
para comer ou pra ficar ao seu lado, na varanda mais
linda, mesmo sendo uma simples varanda, perto de um
corredor de flores e em cima de um porão que
guardava madeira para o nosso fogão a lenha.
Quando ela se foi,
logo depois da ida do seu amor, Odilon, e tendo
vivido décadas ao seu lado, 80 anos, acho eu, senti
no meu peito uma dor enorme como se tivessem
retirado uma parte de mim e do meu amor de filha.
Nunca mais comi
daquele pãozinho. Nunca mais a “batatinha com carne
moída” foi a mesma. Nem a limonada. Nem o abraço,
nem o carinho. E mesmo tendo, graças a Deus, minha
mãe verdadeira do meu lado, sinto que minha outra
metade de filha se foi. Sinto falta de abraçá-la. De
responder suas perguntas normais entre “mãe e
filha”. De ganhar as toalhinhas de crochê que ela
tão bem fazia. Sinto falta daquele chamado:
“Nice...!”.
E, daí, me
perguntei, naquele dia que senti muito sua falta: -
Mãe é aquela que nos gera? Que nos cria? Que nos
sustenta? Que nos cobra? Que nos embala? Ou
simplesmente, aquela que nos AMA?
Neste Dia das Mães,
meu abraço a todas elas que amam e respeitam seus
filhos.
E o meu carinho à
minha mãe Maria, que já deu seu sangue por mim. E à
minha querida mãe Alba, que me abraçou em todos os
momentos que esteve por aqui.
Cléo Teixeira,
radialista, apresentadora de Tv a Cabo, escritora,
interprete musical nas horas vagas, santista e
operarina. Amante do azul do céu e do mar. Confiante
em Deus.
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Dia 8 de
maio, no Cine Teatro Ópera, acontece a exibição do filme
"O Bandido da Luz Vermelha", de 1.968. Um
marginal paulista friamente relata seus crimes desde
estupro até assassinatos. Daí, conhece uma moça da noite
que o delata, levando-o ao suicídio. -17 horas – |
Na Rua
Roberto Auer, Oficinas, Lucélia Clarindo e seu Bando da
Leitura recebem convidados para inauguração do seu novo
espaço, às 10 horas.
Dia 9 de maio, no Cine Teatro Ópera, a partir das 15 horas,
Animações para a Primeira Infância. Entrada franca, no
Auditório A. Informações com Diego no cel. 9905 4731. Uma
ótima opção para a criançada que está a fim de fugir da
mesmice.
E dentro do projeto Arte na Câmara, neste dia 10, a abertura
da exposição da artista Eliane Corrêa, 20 horas.
Baladas/Eventos/Shows
apoio Clube Tradição
O Clube
Tradição recebe seus "habituées" todos os finais de semana com
shows brasileiros, suas Bandas locais e muita alegria.
Em Carambeí, no Campo do Imigrante, acontece a festa em
comemoração aos 100 anos de colonização. Comidas Típicas.
Shows. Um encontro diferente e alegre. Dias 8 e 9de maio.
Rode pela nossa Região dos Campos Gerais. Você vai encontrar
um local para se divertir e passar o final de semana com sua
família e amigos. No último final de semana, quem se encontrou
foram os membros da Família Jasinski, em Marechal Mallet (PR).
Mais de 100 pessoas se fizeram presentes, relembrando fatos e
a história tão marcante.
Frase para
serem lembradas...
"O PAC não
é programa, é colagem de obras. Tem coisas que são
repetidas a cada PAC. Alguma coisa nessa marmita está
requentada”
Marina Silva,
pré-candidata do PV, falando do Programa de Aceleração do
Crescimento 2, anunciado pelo presidente Lula e por Dilma
Rousseff, neste ano. |
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“Vou largar a
política...”.
Jocelito Canto, deputado estadual e radialista. |
Dica
em DVD ....."Jogo
Macabro" - Com Mike Vogel e Eliza Dushku -As maldições duram
para sempre. Indicação 100 % Vídeo
- Já está
no forno a Revista DPontaPonta de maio. Na minha coluna você
vai ler sobre BBB10 e o meu protesto.
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