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Dia destes,
fui levar um exemplar do livro Histórias de
Muitas Vidas para o Carlos Yurk, em seu
escritório na Avenida Visconde de Mauá ,onde
desempenha suas funções como despachante.
Ex-jogador de futebol (foto), é ferrenho
torcedor do Operário Ferroviário Esporte
Clube, do qual foi presidente em 1.993,
retornando em 2..007. E, como sempre,
batalhador em prol do seu time do coração.
O
Fantasma, que já teve seus dias de glórias e
infortúnios, hoje se coloca na Primeira
Divisão do Futebol Paranaense, tentando, de
todas as formas, se destacar como um dos
melhores. E isto, como defende Yurk,
"depende de sua torcida e dos planos de sua
diretoria para o próximo ano", inclusive,
enaltecendo a mesma torcida, e com o novo
projeto "Fantasma Torcedor" .
E se você é
torcedor e quer continuar na luta em favor
do nosso Operário, procure se inteirar como
integrar fervorosamente, e até
voluntariamente, ajudando nosso time a
seguir em frente. Não faça como eu que gosto
de futebol, do Operário, e nem camisa do
time tenho, talvez, por inoperância e
desrespeito. E nem quando conclamada vou à
arquibancada, torcer pelo nosso
representante.
Naquela
época, como disse Yurk, “a gente comia o
almoço e devia o jantar!”. Relembramos
jogadores como Carlos Alberto Dias e Leomar,
que muitas alegrias proporcionaram à torcida
operariana. Saudades dos nossos narradores
esportivos, empolgados, nas ondas
radiofônicas, tais como, Cação Ribeiro,
Osires Nadal, Elvio Berg e Altair Bahil
(foto), entre tantos outros, que se
desdobravam para defender as cores do time
de Ponta Grossa. Brigavam, até, entre si,
defendendo os prefixos onde militavam com
unhas, garras, dentes e muita voz!
Nas
segundas-feiras, após os jogos do Fantasma,
a Rua XV era uma fornalha! Velhos e bons
tempos que podem retornar! Basta deixar o
Operário nas mãos de quem ama o time. Eu
disse ou escrevi, sei lá ... de quem ama, de
verdade, o time, sem fins eleitoreiros, com
estrutura, antes de tudo!
Reorganizar
é difícil, mas, não impossível! A torcida é
antiga, mas tem os jovens torcedores,
existem as mulheres, fiel torcida feminina
que, hoje, pode ir, sem receio de ser
tachada de “macho". E isto devemos ao
futebol feminino brasileiro". E tem a garra
de um fiel guerreiro chamado Carlos Yurk,
operariano desde criança.
Agora, só
falta vestir a camisa, com honra e
acreditar! O Fantasma merece!
Até
outro dia, se Deus quiser!!!
Cléo
Teixeira, radialista e apresentadora de TV,
escritora, santista e operariana.
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